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A COVID nos provou mais uma vez, a importância da ciência

Incentivar a carreira de pesquisadores é essencial para o desenvolvimento da humanidade

Houve um tempo em que a sanidade dos cientistas era questionada. Em séculos onde apenas a religião fornecia algumas respostas, surgiram os primeiros homens e mulheres que buscavam a razão de determinados fenômenos acontecerem. Assim começou a se formar um verdadeiro exército de pessoas movidas à base de experimentos, observação e muita curiosidade, os chamados pesquisadores. Durante todo este tempo, ficou evidente a importância da ciência. Mais de uma vez, suas descobertas salvaram dezenas de milhares de vidas, seja com a descoberta da penicilina, que deu início à era dos antibióticos, com a invenção do raio-x, ou até mesmo com o surgimento da primeira vacina

 

Acredite ou não, já faz cerca de 225 anos que o primeiro imunizante foi inventado. Com condições de higiene muito mais precárias e método um tanto quanto duvidoso, a vacina contra a varíola foi a primeira a ser criada dentre tantas outras. 

Se fôssemos citar todas as descobertas que a ciência proporcionou somente neste século, este texto ocuparia o seu dia inteiro. Mas o ponto fundamental deste artigo é mostrar a você a importância da ciência. Em um cenário mais atual, podemos falar sobre a COVID. 

 

Há um ano e meio atrás, quando as primeiras ondas de contaminação surgiram, a doença era um verdadeiro mistério. Quais sintomas ela tinha? Estamos todos suscetíveis a ela? Qual a gravidade? Temos um medicamento eficiente para tratá-la? Como saber quem possui a doença? Muito antes que alguns países sequer fossem atingidos pela pandemia, cientistas já se debruçavam sobre pesquisas para tentar entender e aniquilar o vírus que ainda está à solta. 

 

Qual a importância da ciência em relação à COVID?

Muito além de vacinas e medicamentos eficazes, existe um trabalho imenso por trás dos resultados práticos que vivenciamos. A ciência foi responsável por catalogar uma lista de sintomas, entender quais eram os primeiros grupos de risco, como diminuir as chances de contágio e o que tornava o vírus tão letal. 

Além disso, o estudo do comportamento do SARS-CoV-2 também determinou o motivo de ele se espalhar tão rápido, a ponto de se tornar uma epidemia global com números que lembram a Gripe Espanhola e assolou o mundo há mais de um século.  

 

A ciência também descobriu que pessoas já infectadas podem contrair o vírus novamente e acompanhou cada nova mutação do coronavírus. Existem diversas variantes atualmente pesquisadas, com a tendência de que o vírus se torne cada vez mais rápido e letal. 

Uma das maiores preocupações atualmente é o descuido de uma grande parcela da população que deixou de tomar os cuidados de prevenção ao coronavírus, somada à rapidez de contágio das mutações que culminam em novas ondas de contágio. O rastreio do comportamento do vírus também determinou que o risco hoje é para todos. Com ou sem comorbidades, jovem ou idoso, todos podemos contrair o novo coronavírus. 

 

As vacinas já desenvolvidas e aprovadas a partir de uma tecnologia revolucionária são eficientes. 

 

Mas ainda existe uma chance de pessoas já imunizadas contraírem a doença. Por isso, ainda precisamos continuar a tomar os devidos cuidados de distanciamento social, uso de máscaras e álcool gel até que a situação global esteja sob controle e tudo isso se torne apenas um passado distante. 

E para além do cenário contágio e imunização, podemos citar a importância da ciência para tratar as sequelas deixadas em pacientes que foram atingidos pelo coronavírus. As queixas variam de perda de paladar a problemas de locomoção, causados pelos longos períodos em que alguns deles precisaram ficar entubados. A partir de dados armazenados, é possível compreender a causa de cada um destes problemas, determinar tratamentos, além de documentar quais lesões são mais ou menos frequentes. 

 

Como você pode ver, milhares de pessoas estão envolvidas para tornar o tratamento do coronavírus mais seguro, eficaz e rápido. Felizmente, a ciência avança a passos largos, o que justifica a mudança em determinados procedimentos. É sempre válido reforçar que nenhum passo é dado sem que confirmações a respeito da segurança e eficácia sejam validados por estudos. 

Esta grande massa composta por homens e mulheres que tem feito de sua vida, o estudo do SARS-CoV-2 deve ser valorizada. O respaldo científico é o único capaz de nos ajudar a tornar a pandemia do coronavírus, apenas uma lembrança.